Brasileiro Sub 13 amplia reconhecimento e fortalece a cultura do judô entre as novas gerações

Nas mãos de Suellen Chibana e Alex Russo, os troféus de campeão dos naipes feminino e masculino transformam resultados individuais em patrimônio de toda a comunidade do judô paulista © CBJ

Realizada em Macapá, competição reuniu 472 jovens de 25 estados; modelo de premiação adotado pela CBJ premiou 144 judocas entre campeões, vice-campeões, terceiros, quintos e sétimos colocados.

Por Paulo Pinto | Global Sports
Curitiba, 12 de agosto de 2026

A medalha conquistada por uma criança pode representar mais do que o resultado obtido ao longo de uma competição: pode guardar a lembrança de uma primeira viagem, materializar meses de treinamento e, sobretudo, servir de estímulo para que o jovem judoca volte ao shiai-jô e permaneça na modalidade.

Autoridades presentes na cerimônia de abertura do Campeonato Brasileiro Sub 13 © CBJ

Foi com essa dimensão formativa que o Campeonato Brasileiro Sub 13 reuniu 472 jovens judocas em Macapá, no Amapá, nos dias 1º e 2 de agosto. Representantes de 25 estados participaram da primeira classe de idade contemplada pelo calendário nacional da Confederação Brasileira de Judô.

Paulo Wanderley destaca, em seu depoimento, o papel do Brasileiro Sub 13 na formação de uma geração que começa a construir no presente o futuro do judô brasileiro © CBJ

Mais do que apontar campeões, a competição colocou em evidência a importância de reconhecer crianças que estão dando os primeiros passos no cenário nacional. Ao premiar também os atletas classificados em quinto e sétimo lugares, a CBJ ampliou o alcance simbólico do pódio e reforçou uma visão de estímulo, acolhimento e fomento da cultura do judô.

Jovem judoca faz a projeção em busca do ippon, expressão máxima da técnica, do controle e da precisão que começam a ser construídos ainda nas categorias de base © CBJ

A dimensão alcançada pelo Campeonato Brasileiro Sub 13 também se refletiu na representatividade de sua cerimônia de abertura, que reuniu em Macapá importantes lideranças do judô e do esporte nacional. Ao lado do presidente da Confederação Brasileira de Judô, Paulo Wanderley Teixeira, esteve José Maciel Torres, ex-vice-presidente do Comitê Olímpico do Brasil. A entidade anfitriã foi representada por seu presidente, Killmer Facuri Cardoso, e pela vice-presidente Josilene de Fátima Lima de Arrelias, enquanto o poder público municipal esteve presente por meio do vereador Bruno Igreja (MDB), líder do governo na Câmara de Macapá. O encontro ganhou ainda maior expressão com a participação de dirigentes de diferentes regiões do país: Henrique Guimarães, presidente da Federação Paulista de Judô; Salvatore Puonzo Neto, da Federação Baiana de Judô; Amaurílio Marques Gomes, da Federação Cearense de Judô; Josmar Amaral Gonçalves, da Federação Goiana de Judô; Hebert Fonseca Maia, da Federação de Judô do Estado do Rio Grande do Norte; e Celso Galdino de Araújo, da Federação de Judô do Estado de Tocantins.

Anfitrião do evento, Killmer Facuri Cardoso ressalta em seu pronunciamento a importância de acolher as novas gerações e transformar o Brasileiro Sub 13 em espaço de formação, convivência e fortalecimento da cultura do judô © CBJ

Reconhecimento que exige investimento

Nas 18 categorias disputadas, nove masculinas e nove femininas, foram entregues 18 medalhas de ouro, 18 de prata e 36 de bronze. Com a premiação dos 36 quintos e dos 36 sétimos colocados, 144 judocas foram premiados com medalhas.

A dimensão dessa escolha ultrapassa a entrega da medalha. Envolve produção, aquisição, transporte até a região Norte, armazenamento, organização do protocolo, registros e ampliação do tempo destinado às cerimônias.

O vereador Bruno Igreja, presidente da Câmara Municipal, destaca em seu pronunciamento o alcance social do Brasileiro Sub 13 e a importância do esporte na formação das novas gerações © CBJ

É um investimento material e operacional que ganha sentido quando observado pela perspectiva da formação. Para crianças de 11 e 12 anos, alcançar uma das fases decisivas de um Campeonato Brasileiro já representa uma experiência importante. Transformar esse desempenho em reconhecimento concreto pode contribuir para que a derrota não seja entendida como ponto final, mas como parte do processo de aprendizagem e amadurecimento.

No encontro entre escolas de diferentes estados, jovens judocas compartilham técnicas, experiências e novas formas de compreender o judô © CBJ

Nesse contexto, a medalha entregue ao quinto ou ao sétimo colocado não diminui o mérito dos campeões. Ao contrário: amplia o número de crianças que retornam aos seus estados levando uma referência positiva de sua primeira grande experiência competitiva.

A pequena judoca Geovana Lins entrega homenagem a Paulo Wanderley Teixeira, em um encontro simbólico entre as novas gerações e uma trajetória dedicada à construção do judô brasileiro © CBJ

Um Brasileiro verdadeiramente nacional

A realização do campeonato em Macapá também levou uma das principais competições de base do país para longe dos centros que tradicionalmente concentram os grandes eventos esportivos.

A presença de delegações de 25 unidades federativas conferiu ao Brasileiro uma abrangência verdadeiramente nacional. Além dos desafios enfrentados sobre os tatamis, atletas, familiares, treinadores e dirigentes percorreram grandes distâncias para participar da competição e viver momentos de amizade, acolhimento e aprendizagem, em um ambiente marcado pela troca de experiências e pelo intercâmbio técnico entre representantes de várias escolas de diferentes regiões do país.

Paulo Wanderley Teixeira quebra o protocolo e retribui com um abraço a homenagem na aluna do Clube de Judô Seishin © CBJ

Sediar um evento desse porte na região Norte amplia a capilaridade do judô brasileiro. Quando o calendário nacional chega a Macapá, não leva apenas atletas, árbitros e dirigentes para dois dias de competição: aproxima escolas, compartilha conhecimento, oferece novas referências às crianças e torna visível, para a comunidade local, toda a dimensão da modalidade. Esse movimento fortalece o trabalho das federações, estimula novos praticantes e ajuda a enraizar a cultura do judô em diferentes territórios, fazendo com que a distância geográfica deixe de representar isolamento e passe a integrar a diversidade de um esporte verdadeiramente nacional.

A presença de dirigentes de diferentes regiões do país reforça a dimensão nacional do Brasileiro Sub 13: Celso Galdino de Araújo (TO), Amaurílio Marques Gomes (CE), Hebert Fonseca Maia (RN), Paulo Wanderley Teixeira (CBJ), Killmer Facuri Cardoso (AP), Henrique Guimarães (SP) e Josmar Amaral Gonçalves (GO) © CBJ

Equilíbrio, tradição e novos protagonistas

São Paulo terminou na liderança da classificação geral, com oito ouros, cinco pratas e quatro bronzes. A delegação paulista também ocupou a primeira posição nas classificações masculina e feminina, confirmando a consistência de seu trabalho de formação.

Jovens judocas colocam em prática o aprendizado construído diariamente no dojô © CBJ

O Rio de Janeiro ficou com a segunda colocação geral, somando três ouros, cinco pratas e seis bronzes. A equipe fluminense também foi vice-campeã tanto no masculino quanto no feminino.

O resultado mais expressivo no Amapá veio do Piauí. Com três medalhas de ouro, o estado alcançou o terceiro lugar na classificação geral. A campanha colocou o judô piauiense à frente de delegações que obtiveram maior número de medalhas, mas menos ouros.

Integrantes do Comitê Organizador Local (LOC) e da equipe de eventos da CBJ, responsáveis pelo trabalho que tornou possível a realização do Brasileiro Sub 13 no Amapá © CBJ

O Paraná alcançou a quarta colocação geral, com dois ouros e três bronzes. O desempenho feminino teve peso importante na campanha: as paranaenses terminaram em terceiro lugar, enquanto a equipe masculina ocupou a quinta posição. Os resultados colocaram o estado entre os quatro melhores da classificação geral e entre os cinco primeiros nos dois naipes.

No Amapá, o Brasileiro Sub 13 reuniu uma geração que deverá crescer junta nos tatamis do país © CBJ

Mato Grosso do Sul completou o grupo dos cinco primeiros colocados (top five) no quadro geral de medalhas, ao conquistar um ouro, uma prata e três bronzes. A delegação sul-mato-grossense terminou em quarto lugar no feminino e na oitava posição no masculino.

São Paulo levou 35 atletas a Macapá, formando uma das maiores delegações do Brasileiro Sub 13 © CBJ

As diferentes forças da competição

A leitura separada dos dois naipes revela outros aspectos do equilíbrio nacional. No feminino, São Paulo liderou com cinco ouros, três pratas e dois bronzes. Rio de Janeiro e Paraná ocuparam a segunda e a terceira colocações, seguidos por Mato Grosso do Sul e Piauí.

Com 36 judocas, o Rio de Janeiro foi o estado com o maior número de atletas inscritos no Brasileiro Sub 13 © CBJ

Na classificação masculina, São Paulo conquistou três ouros, duas pratas e dois bronzes. O Rio de Janeiro terminou novamente em segundo, enquanto o Piauí alcançou a terceira posição com dois campeões. Santa Catarina ficou em quarto e o Paraná, em quinto.

Os resultados mostram a força dos centros tradicionais, mas também revelam a capacidade de estados de diferentes regiões produzirem campeões e ocuparem posições relevantes no cenário nacional.

Paraná levou 34 judocas ao Brasileiro Sub 13, terceiro maior número de atletas inscritos, atrás apenas de Rio de Janeiro e São Paulo © CBJ

A base como escolha de futuro

O Campeonato Brasileiro Sub 13 é mais do que a primeira grande competição nacional para muitos de seus participantes. É também o ponto de encontro entre o trabalho cotidiano dos clubes, o investimento das federações, a participação das famílias e a política de desenvolvimento conduzida pela CBJ.

O Piauí esteve representado por 22 atletas no Brasileiro Sub 13, em Macapá © CBJ

Nessa idade, formar um judoca não significa apenas ensinar técnicas ou buscar resultados imediatos. Significa criar vínculos, transmitir valores, oferecer experiências positivas e preparar crianças para lidar com conquistas e frustrações. Cada luta, viagem e convivência ajuda a construir uma relação mais profunda com a modalidade e pode influenciar a permanência desses jovens no esporte.

Anna Paula Bernardes, coordenadora de Judô Inclusivo ao lado do presidente Henrique Guimarães e o delegado regional da Capital, Alex Russo © FPJudô

Durante a cerimônia de encerramento, o presidente da CBJ, Paulo Wanderley Teixeira, destacou a importância da classe Sub 13 para a formação de novos talentos e parabenizou o trabalho desenvolvido pelas federações e pela organização do evento.

“Primeiramente, agradeço aos pais por trazerem seus filhos para esta competição. Também agradeço o trabalho realizado pelas Federações em seus estados. Pela disciplina do judô, somos um esporte organizado, popular. plural e democrático. Quero parabenizar toda a equipe da Federação Amapaense de Judô e dizer que o Amapá é uma referência na realização de eventos de alto nível.”

Membros da comissão técnica piauiense exibem os troféus conquistados no Brasileiro Sub 13, resultado do desempenho dos jovens judocas e do excelente trabalho desenvolvido no estado © CBJ

São Paulo: campeão nos dois naipes e mobilização coletiva

Campeão das classificações masculina e feminina, São Paulo encerrou o Brasileiro Sub 13 na liderança geral, com oito ouros, cinco pratas e quatro bronzes. Além do desempenho nos tatamis, o chefe da delegação paulista, Alex Russo, destacou a integração entre atletas, treinadores e dirigentes durante os dois dias de competição.

“Foi uma experiência incrível. Levamos uma equipe muito forte, tanto no masculino quanto no feminino, e conseguimos o primeiro lugar nos dois naipes. Fizemos mais de 50% das finais, e quem não chegou à decisão estava disputando medalha”, afirmou.

O vice-campeonato do Rio de Janeiro traduz a qualidade do trabalho realizado por professores e escolas que constroem diariamente uma das mais sólidas tradições formadoras do judô brasileiro © CBJ

Russo também atribuiu parte do resultado ao trabalho conjunto dos 12 técnicos que acompanharam a delegação em Macapá. Segundo ele, o envolvimento da comissão foi além da orientação individual de cada atleta e ajudou a criar um ambiente coletivo nas arquibancadas.

“Os técnicos estavam focados e empenhados. O grupo permaneceu unido, todos juntos na arquibancada e torcendo uns pelos outros. Os atletas que lutariam no dia seguinte estavam lá incentivando, assim como aqueles que já haviam competido continuaram presentes no domingo. Pude observar a evolução técnica e também a garra das crianças”, relatou o chefe da delegação.

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Já o presidente da Federação Paulista de Judô, Henrique Guimarães, relacionou a campanha em Macapá ao trabalho de formação desenvolvido desde as primeiras classes de idade. Medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996 e representante do Brasil também em Sydney 2000 e Atenas 2004, o dirigente percorreu, como atleta e treinador, diferentes etapas do caminho que liga a iniciação esportiva ao alto rendimento.

O título paulista no Brasileiro Sub 13 consagra um trabalho que começa muito antes do pódio, construído diariamente por professores e clubes comprometidos com a formação técnica e humana das novas gerações © CBJ

Essa experiência confere uma perspectiva particular à sua avaliação sobre o Sub 13. Embora o desempenho em uma competição nacional seja medido por medalhas e posições, o processo que conduz uma criança até esse nível começa muito antes, no trabalho cotidiano desenvolvido nos clubes e associações por professores, atletas e familiares.

“Quero parabenizar cada um dos atletas que representaram São Paulo em Macapá. Todos, sem exceção, honraram a bandeira paulista e nos deram uma alegria enorme ao levar nosso estado ao primeiro lugar geral, tanto no masculino quanto no feminino”, afirmou Guimarães.

Parte da comissão técnica do Paraná celebra com os medalhistas as conquistas do segundo dia do Brasileiro Sub 13 © CBJ

O dirigente deu atenção especial ao crescimento da participação feminina. Segundo ele, o Campeonato Paulista sub 13 registrou neste ano mais meninas do que meninos inscritos, situação que classificou como histórica. O desempenho em Macapá reforçou essa leitura: das 17 medalhas conquistadas por São Paulo, dez vieram da equipe feminina, responsável por cinco dos oito títulos do estado.

“O sub 13 é a porta de entrada do nosso judô, é onde tudo começa. Neste ano, tivemos um dado histórico: o Campeonato Paulista da categoria teve mais mulheres do que homens inscritos. Isso é o retrato de uma transformação real, e os resultados conquistados em Macapá são reflexo direto desse movimento. As mulheres estão praticando cada vez mais a nossa modalidade, e o estado de São Paulo colhe hoje os frutos desse crescimento”, completou.

Mato Grosso do Sul esteve representado por 22 judocas no Brasileiro Sub 13, em Macapá © CBJ

A campanha feminina, portanto, não representou apenas uma parcela do resultado paulista. Com cinco ouros, três pratas e dois bronzes, as judocas responderam pela maioria das medalhas da delegação e tiveram participação decisiva na liderança geral alcançada por São Paulo.

Takeshi Yokoti faz a preleção com atletas e treinadores da seleção paulista antes do início oficial das disputas © CBJ

COMISSÃO TÉCNICA PAULISTA

  • Henrique Carlos Serra Azul Guimarães / Presidente
  • Takeshi Yokoti / Vice-presidente
  • Iara Regina Tibaes / Coordenadora financeira e de logística
  • Alex Sandro Russo / Chefe da delegação / Delegado 1ª DR Capital
  • Carlos Eduardo Modesto da Silva, Associação Namie de Judô / Mogi das Cruzes
  • Suellen Massae Sato Chibana, Associação Chibana de Judô / São Paulo
  • Caio Ferreira, Sesi São Paulo / Jundiaí
  • Vagner Valentim Pereira, Clube Esportivo da Penha / São Paulo
  • Tiago Barbosa de Campos, Associação Cultural Esportiva Tucuruvi / São Paulo
  • Rodolpho da Silva Lavoura Neto, Associação União Paulista de Judô / Artur Nogueira
  • Stefanio Bonvino Stafuzza, Meninos de Ouro / Guaíra
  • Maria Saboo, Clube Paineiras do Morumby / São Paulo
  • Ailton José Pereira Calado – Associação de Judô Morimoto / Lins
  • Sérgio Honda, Associação de Judô Honda / Indaiatuba

Maria Julia Rocha coloca Mato Grosso do Sul no alto do pódio do meio-pesado (-57kg). Vitoria Castro ficou com a prata; Maria Fernanda Oliveira e Sophia Delmonico, com os bronzes. Na sequência ficaram Laura Haubert e Isabella Souza, em quinto, e Giovana Silva e Ana Larissa Gomes, em sétimo © CBJ

Todos éramos Rio de Janeiro

Técnico do Clube de Regatas do Flamengo e chefe da delegação carioca, o professor Rodrigo Domiciano Silva destacou não apenas a força esportiva da equipe vice-campeã, mas também o impacto humano que a experiência deverá produzir na formação dos jovens judocas.

“Foi uma campanha muito positiva, construída coletivamente. Chegamos a oito finais, quatro no feminino e quatro no masculino, e ainda conquistamos seis medalhas de bronze, três em cada gênero. Com esses resultados, classificamos 14 atletas para o Campeonato Pan-Americano, que será disputado no México. É uma conquista expressiva, que reconhece o trabalho realizado por atletas, professores, clubes e familiares ao longo de toda a preparação.

Ayrton Bravo, de São Paulo, conquista o ouro no leve (-50kg), seguido por João Vicente Filgueiras, com a prata, e Mateus Oliveira e João Guilherme Lima, com os bronzes. Na inovação da CBJ que reconheceu oito judocas por categoria, Pedro Caldeira e Samuel Silva ficaram em quinto; Bernard Lima e Bernardo Fabris, em sétimo © CBJ

O Campeonato Brasileiro representa o início de um grande desafio para esses jovens. O ano começa e eles já passam a pensar nessa competição, a sonhar com a convocação e com a oportunidade de representar suas equipes e seu estado. Quem participa volta para casa diferente: retorna querendo treinar e evoluir mais, e estar presente nas próximas viagens. Também leva novas amizades, que hoje continuam vivas pelo WhatsApp e pelo Instagram, aproximando ainda mais toda essa geração.

O vereador Bruno Igreja entrega a premiação a Maria Julia Rocha, que colocou Mato Grosso do Sul no alto do pódio do meio-pesado (-57kg) © CBJ

Um dos aspectos mais marcantes foi a integração entre crianças, responsáveis e profissionais de diferentes agremiações. Durante o Brasileiro, deixamos de ser clubes separados e nos tornamos, literalmente, uma única equipe: todos éramos Rio de Janeiro. Tenho certeza de que, depois dessa experiência, nossa área de concentração e nossas arquibancadas já não serão as mesmas, porque vínculos verdadeiros foram criados e estabelecidos.

Takeshi Yokoti entrega a Suellen Chibana o troféu de campeã do naipe feminino do Brasileiro Sub 13 © CBJ

Conduzir uma delegação no Campeonato Brasileiro Sub 13 é sempre uma grande responsabilidade, especialmente pela pouca idade dos atletas. Desta vez, a distância tornou o desafio ainda maior, pois muitos pais e responsáveis não puderam acompanhar seus filhos. A comissão técnica, porém, deu um verdadeiro show de dedicação e acolhimento. Cuidamos para que as crianças se sentissem seguras, amparadas, acolhidas e felizes, proporcionando momentos que certamente permanecerão para sempre na memória delas.

Henrique Guimarães entrega a premiação a Lahis Silva, do Rio de Janeiro, vice-campeã do peso leve (-44kg) © CBJ

Também merece reconhecimento a organização da Confederação Brasileira de Judô. Transporte, pesagem, competição e premiação transcorreram dentro dos horários programados. Essa pontualidade e esse cuidado fazem uma diferença enorme para as delegações e contribuíram para que todos pudessem viver plenamente uma grande celebração do judô brasileiro”, finalizou o professor rubro-negro.

A comissão técnica carioca compartilha com os judocas as conquistas do segundo dia de competição © CBJ

COMISSÃO TÉCNICA FLUMINENSE

  • Rodrigo Domiciano – Clube de Regatas do Flamengo / Chefe da delegação
  • André Luis Duque Estrada Amorelli de Freitas – Umbra / Vasco – Rio de Janeiro
  • André Luiz Soares Roque Cabral – Instituto Santa Cruz
  • Carolina Pereira – Instituto Reação
  • Francisco Hélio de Oliveira Silva – Umbra / Vasco – Rio de Janeiro
  • Gabriel Pinto Cardozo
  • Igor Marinho Pereira – Premier Judô – Duque de Caxias
  • Jean do Nascimento Rosa – Instituto Renascer – Rio de Janeiro
  • Jorge Mesquita Júnior – Judô Clube Leonardo Lara – Rio de Janeiro
  • Leonardo Lima da Silva – Equipe de Judô Leo Lima – Nova Iguaçu
  • Marcelo Almeida Gomes – Instituto IDEC – Rio de Janeiro
  • Roberto dos Santos Silva – Clube Jequiá – Rio de Janeiro

Membros da comissão técnica paulista com os atletas que competiram no primeiro dia do Brasileiro Sub 13 © CBJ

Piauí transforma trabalho de base em resultado histórico

Terceiro colocado na classificação geral do Campeonato Brasileiro Sub 13, o Piauí protagonizou uma das campanhas mais expressivas da competição. Com três medalhas de ouro, dois quintos e um sétimo lugar, a delegação superou estados que obtiveram maior número de medalhas, mas menos títulos, e demonstrou a evolução do trabalho desenvolvido na base do judô piauiense.

A comissão técnica do Piauí comemora com Francisco Gabriel Galeno a conquista da medalha de ouro no peso médio (-60kg) © CBJ

Os títulos foram conquistados por Guilherme Lucas Castro Costa, no meio-médio (-55kg), Francisco Gabriel Santana Galeno, no médio (-60kg), e Amanda Viana da Silva, no meio-leve (-40kg). Com dois campeões entre os homens e uma campeã no feminino, o Piauí também terminou na terceira colocação da classificação masculina e ocupou o quinto lugar entre as mulheres.

Os professores Janaina Cristina Ferreira dos Santos, da Associação de Judô de Sarandi; Ricardo dos Santos Batista, da Arena Ricardo Santos, de Toledo; e Celso Takeshi Ogawa, do Judô Celso Ogawa, comemoram os ouros de Enzo Zanchin Guilherme, no superpesado (+73kg), e Ana Laura da Cruz Paz, no superpesado (+63kg) © CBJ

Para o presidente da Federação Piauiense de Judô (FPIJ), Reginaldo Azevedo da Fonseca, o resultado alcançado em Macapá refletiu a construção coletiva realizada por clubes, professores, familiares e pela própria entidade estadual.

“Foi uma participação extremamente positiva. Encerrar o Brasileiro Sub 13 na terceira colocação geral, com três medalhas de ouro, é um resultado muito expressivo e demonstra a força que o Piauí vem construindo na base. Mais do que as medalhas, ficamos satisfeitos com a postura dos atletas. Eles mostraram coragem, competitividade e maturidade para enfrentar adversários de altíssimo nível”, avaliou.

Os professores Jorge Henrique Perazolo Yamakawa, do Clube Sakurá de Judô, de Dourados; Caike Kelltonny Araújo Abreu, da Associação Atlética Judô Nova Geração, de Campo Grande; e Luis Paulo Freitas Ribeiro, da Associação Corumbaense de Judô, com judocas sul-mato-grossenses © CBJ

O dirigente também ressaltou que nem todos os avanços de uma delegação podem ser medidos pelo pódio. Enquanto alguns atletas conseguiram transformar o trabalho realizado ao longo da temporada em títulos, outros tiveram atuações importantes e retornaram ao estado mais preparados para os próximos desafios.

Henrique Guimarães e Takeshi Yokoti com membros da comissão técnica paulista e os atletas que conquistaram medalhas no primeiro dia de disputas © CBJ

Para muitos judocas dessa idade, o Brasileiro representa o primeiro contato com adversários de diferentes regiões, escolas e estilos. A experiência introduz exigências que ultrapassam a dimensão técnica e contribuem para a formação esportiva e pessoal das crianças.

“É nesse momento que o atleta começa a compreender a dimensão do esporte de alto rendimento. Ele aprende a lidar com pressão, responsabilidade, vitória e derrota. Competições como essa são fundamentais não apenas para formar futuros atletas de alto nível, mas também jovens mais preparados para os desafios que encontrarão ao longo da trajetória esportiva”, afirmou Reginaldo Azevedo.

João Vicente da Rocha Filgueiras (MS), vice-campeão do peso leve (-50kg) © CBJ

O nível apresentado nos tatamis de Macapá também chamou a atenção da representação piauiense. A intensidade dos combates, a qualidade dos kumi-katas, a movimentação e a variedade de técnicas mostraram que os atletas estão chegando às competições nacionais cada vez mais preparados.

“Vimos judocas com bom nível técnico e grande capacidade de competir sob pressão, mesmo em uma categoria de base. Isso mostra a evolução do judô brasileiro desde as primeiras classes e, ao mesmo tempo, aumenta a nossa responsabilidade de continuar qualificando o trabalho realizado no Piauí”, acrescentou o presidente da FPIJ.

Apoio transforma distância em oportunidade

A campanha piauiense também foi construída fora do shiai-jô. Para participar de uma competição realizada a milhares de quilômetros de seu estado, a delegação precisou enfrentar toda complexidade logística envolvida em uma viagem dessa dimensão.

Quatro atletas e um treinador foram contemplados pelo Programa de Apoio às Federações (PAF), da Confederação Brasileira de Judô. Outros nove atletas e dois treinadores receberam suporte do Programa de Apoio aos Clubes (PAC), por intermédio da Federação Piauiense de Judô.

Pódio da classificação geral feminina do Brasileiro Sub 13: São Paulo, campeão; Rio de Janeiro, vice-campeão; Paraná, terceiro colocado; Mato Grosso do Sul, quarto; e Piauí, quinto © CBJ

As passagens dos atletas também foram viabilizadas com o apoio da Secretaria dos Esportes do Piauí, por meio da Lei de Incentivo Estadual, com patrocínio da Equatorial Energia do Piauí. A hospedagem dos treinadores ficou sob a responsabilidade da Federação Piauiense de Judô.

“Esses programas são extremamente importantes porque ajudam a transformar a oportunidade de competir em realidade. Para uma delegação que precisa viajar do Piauí até o Amapá, esse apoio faz uma diferença muito grande. Tivemos de superar os desafios dos deslocamentos e da adaptação dos atletas, mas conseguimos preservar a união do grupo e manter todos concentrados na competição”, destacou Reginaldo Azevedo.

Pódio da classificação geral masculina do Brasileiro Sub 13: São Paulo, campeão; Rio de Janeiro, vice-campeão; Piauí, terceiro colocado; Santa Catarina, quarto; e Paraná, quinto © CBJ

Segundo o dirigente, atletas e comissão técnica permaneceram unidos durante toda a experiência, apoiando-se nos momentos de preparação, competição e recuperação. Esse ambiente coletivo ajudou os jovens judocas a enfrentar a responsabilidade de representar o estado em um evento nacional.

A terceira colocação, portanto, não se resume aos três ouros conquistados em Macapá. O resultado projeta o trabalho desenvolvido por diferentes associações e profissionais, evidencia a importância dos mecanismos de apoio e oferece ao judô piauiense uma referência concreta para a continuidade de seu processo de formação. 

COMISSÃO TÉCNICA PIAUIENSE

  • Aristófanes Lino Pinto de Sousa — Espaço Corpo e Mente
  • Benito Mussolini de Araújo Bastos Neto — Associação Centro Olímpico Piauiense
  • Expedito de Melo Rosa Falcão Filho — Associação de Judô Expedito Falcão
  • Fabieldo Mota Torres — Fabieldo Torres Team
  • Gisely Pollianna Campelo — Judô Campelo/AJQ
  • Luciana Mara e Silva Caldas — Associação Judô Queiroz (AJQ)
  • Rhuan Mitchell Pereira da Silva — Associação Judô Queiroz (AJQ)
  • Stanley Alves Torres — Centro de Treinamento Stanley Torres
  • Wendell de Jesus Nunes Barbosa – Esportes WB

Paraná: Judô do interior tem projeção em excelente momento da FPrJudô

O Paraná terminou o Campeonato Brasileiro Sub 13 na quarta colocação geral, com dois ouros e três bronzes. A delegação ficou em terceiro lugar na classificação feminina e em quinto no masculino, mantendo-se entre as cinco primeiras nos dois naipes.

Chefe da delegação em Macapá e diretor do Departamento de Rendimento da Federação Paranaense de Judô, o professor Celso Takeshi Ogawa avaliou positivamente a condução da competição. “Em termos de organização, como sempre, foi tudo muito bem organizado”, afirmou.

Apesar de lamentar o número reduzido de atletas em determinadas categorias de peso, Ogawa também defendeu a circulação dos campeonatos nacionais por diferentes regiões. Para o dirigente, a construção de um judô verdadeiramente brasileiro pressupõe que os estados mais próximos dos grandes centros também estejam dispostos a percorrer o país.

“Não é apenas o Amapá que precisa se deslocar para competir. Nós também temos de ir ao Amapá. Precisamos percorrer o Brasil inteiro e enfrentar o mesmo alto custo das passagens aéreas que eles enfrentam para competir nos grandes centros”, destacou.

A realização do Brasileiro em Macapá, portanto, não representou somente a chegada de uma competição nacional à região Norte. Também levou atletas, técnicos e dirigentes de outras partes do país a conhecerem de perto uma realidade que normalmente precisa enfrentar grandes deslocamentos para participar do calendário nacional da modalidade.

Ao analisar o desempenho geral nos tatamis, Ogawa identificou uma evolução na preparação técnica dos jovens. Na avaliação do professor de Maringá, as crianças chegam ao Brasileiro cada vez mais familiarizadas com as exigências da competição, reflexo de um trabalho desenvolvido antecipadamente pelas equipes e pelos treinadores de todo o país.

Para Ogawa, o resultado paranaense também revelou um movimento interno de descentralização. Os dois campeões do estado não pertencem a equipes da capital: um deles é treinado em Sarandi, no Norte do Paraná, e o outro em Toledo, na região Oeste.

“O que enalteço é que os nossos dois campeões não são da capital. Um é atleta da sensei Janaína, de Sarandi, e o outro é do sensei Ricardo Santos, de Toledo. Os títulos saíram do eixo da capital, e isso mostra que o judô do interior paranaense também está crescendo”, ressaltou.

Para Celso Ogawa, o desempenho é resultado de uma estrutura que envolve diferentes departamentos da Federação Paranaense e procura oferecer suporte aos profissionais responsáveis pela delegação.

“A Federação vive um momento muito bom, no qual custeia as despesas dos técnicos e concede um pró-labore para que eles não precisem investir recursos próprios para atuar nas competições. Ela está fazendo um investimento bastante grande, que envolve os departamentos de rendimento, captação de recursos, marketing, logística e toda a equipe. Sob a administração do professor Helder Marcos Faggion e com o importante apoio dos professores Kussumoto e Aline, a Federação Paranaense está crescendo, e está sendo muito bom trabalhar dentro dessa estrutura”, concluiu o diretor de rendimento da FPrJudô.

COMISSÃO TÉCNICA PARANAENSE

  • Celso Takeshi Ogawa – Judô Celso Ogawa – Chefe da Delegação
  • Fabio Mendes Uchoa – Associação Mourãoense de Judô
  • Janaina Cristina Ferreira dos Santos – Associação de Judô de Sarandi/Sesp
  • João Gabriel Darmieli Araujo – Associação Desportiva Judô Tonietto – Curitiba
  • José Caracuel Gimenez Junior – Associação Hikari Judô de Toledo
  • Maria Helena de Fátima Spengler – Academia Municipal de Judô Pinhãoense
  • Ricardo dos Santos Batista – Arena Ricardo Santos – Toledo
  • Rodrigo Lauriano de Oliveira – Senshi Judô Club – Guarapuava
  • Victor Hugo Petitemberte Luvizotto – Sociedade Morgenau – Curitiba
  • Gabriela Ferreira Pires de Oliveira – Fisioterapeuta

Mato Grosso do Sul confirma potencial da nova geração

Mesmo sem contar com todos os seus atletas, Mato Grosso do Sul encerrou o Campeonato Brasileiro Sub 13 na quinta colocação geral, com um ouro, uma prata e três bronzes. A delegação terminou em quarto lugar no feminino e na oitava posição no masculino.

Maria Julia de Almeida Rocha conquistou o ouro no meio-pesado (-57kg), e João Vicente da Rocha Filgueiras ficou com a prata no leve (-50kg). Manuela Olartechea de Alencar, João Myguel Magno Diniz Souto e Heloísa Prado Peretto completaram a campanha com três bronzes.

Chefe da delegação da Federação de Judô de Mato Grosso do Sul (FJMS), o sensei Diogo Montania da Rocha avaliou que a equipe demonstrou capacidade para competir em igualdade com representantes de diferentes regiões.

“A avaliação é muito positiva. Mesmo sem contar com todos os nossos atletas, a equipe mostrou dedicação e comprometimento. Ficamos felizes ao ver nossos judocas lutando de igual para igual com adversários de outros estados. O desempenho confirma o potencial dessa geração e mostra que o trabalho realizado pela Federação, pelos clubes e pelos professores está no caminho certo”, afirmou o faixa-preta san-dan e técnico do Judô Clube Rocha, de Campo Grande.

Diogo também destacou a evolução técnica observada entre os participantes. Segundo o treinador, apesar da pouca idade, os judocas apresentaram boa preparação, repertório diversificado e capacidade para lidar com as exigências de uma competição nacional.

“O Sub 13 é uma importante porta de entrada para o cenário nacional. A criança enfrenta diferentes estilos de luta, fortalece o lado emocional e aprende a lidar com a pressão competitiva. Para nós, técnicos, também é uma oportunidade de avaliar o trabalho desenvolvido e identificar o que ainda precisamos aperfeiçoar”, explicou.

Na avaliação do chefe da delegação, a experiência vivida no Brasileiro ultrapassa o quadro de medalhas e contribui para a formação esportiva e pessoal dos jovens.

“A criança retorna com mais confiança e aprendizado. Ela aprende a ganhar, a perder, a respeitar o adversário, a controlar a ansiedade e a compreender que cada competição faz parte de uma caminhada muito maior”, concluiu Diogo Rocha.

COMISSÃO TÉCNICA SUL-MATO-GROSSENSE

  • Diogo Montania da Rocha — Judô Clube Rocha / Campo Grande
  • Caike Kelltonny Araújo Abreu — Associação Atlética Judô Nova Geração / Campo Grande
  • Jorge Henrique Perazolo Yamakawa — Clube Sakurá de Judô — Dourados
  • Kely Cristina Lopes Oliveira Yada Garcia — Associação Yada de Judô / Itaporã
  • Roberto Vicente Andrade Júnior — Associação Atlética Judô Nova Geração / Campo Grande
  • Luis Paulo Freitas Ribeiro – Associação Corumbaense de Judô / Corumbá

Classificação Individual

SUB 13 MASCULINO SUPERLIGEIRO (-35kg)
1º – Davi Juan Araújo Koppe (Rio de Janeiro)
2º – Enzo Gabriel Rodrigues Rego (Distrito Federal)
3º – Yan Kaue Fernandes Martins (Rio Grande do Norte)
3º – Arthur Martins dos Santos (Rio de Janeiro)
5º – Josivan dos Santos (Rio Grande do Norte)
5º – Nicolas Carvalho Vieira Rodrigues (Mato Grosso do Sul)
7º – Lucas Romildo da Gama Melo (Amapá)
7º – Estevan Pereira dos Santos (Paraná)

SUB 13 MASCULINO LIGEIRO (-40kg)
1º – Brenno Oliveira Weigert (Rio de Janeiro)
2º – Theo Bonetto (Rio Grande do Sul)
3º – Emanuel Nicolau Pimentel (Paraná)
3º – João Guilherme Barros Barbosa (Pernambuco)
5º – Arthur Wallyson Soares Fonseca (Rio Grande do Norte)
5º – Fernando de Sousa Camarço Filho (Piauí)
7º – Heitor Rodrigues de Souza (Minas Gerais)
7º – Max Rauan Mendes dos Santos (Amapá)

SUB 13 MASCULINO MEIO-LEVE (-45kg)
1º – Said Miranda Hauache (São Paulo)
2º – Gabriel Gonçalves Lima (São Paulo)
3º – João Myguel Magno Diniz Souto (Mato Grosso do Sul)
3º – Davi Lucca Leres da Silva (Rio de Janeiro)
5º – Gabriel André Marques Silva (Rio de Janeiro)
5º – João Gabriel Barbosa de Araújo (Goiás)
7º – Eduardo Marchioro de Vargas (Rio Grande do Sul)
7º – Weverthon Henrique de Paula Chempe (Mato Grosso)

SUB 13 MASCULINO LEVE (-50kg)
1º – Ayrton Martins Bravo (São Paulo)
2º – João Vicente da Rocha Filgueiras (Mato Grosso do Sul)
3º – Mateus Lima de Oliveira (Distrito Federal)
3º – João Guilherme Nunes Fraga Lima (Bahia)
5º – Pedro Henrique Bugs Caldeira (Rio Grande do Sul)
5º – Samuel Luciano Sporck Silva (São Paulo)
7º – Bernard Monteiro Lima (Ceará)
7º – Bernardo Mostaro Neves Fabris (Goiás)

SUB 13 MASCULINO MEIO-MÉDIO (-55kg)
1º – Guilherme Lucas Castro Costa (Piauí)
2º – Yeshua Brayan Crispim da Silva (Rio de Janeiro)
3º – Thales Hara Machado (São Paulo)
3º – Artur Guinsburg Barlem dos Santos (Rio Grande do Sul)
5º – Davi Gabriel Freitas da Silva (Rio de Janeiro)
5º – Miguel de Souza Aguilar (Amapá)
7º – Guilherme Meloto Marrocos (Rio Grande do Norte)
7º – Pedro Domingos Borges (Goiás)

SUB 13 MASCULINO MÉDIO (-60kg)
1º – Francisco Gabriel Santana Galeno (Piauí)
2º – Joaquim Cutrim Nunes (Maranhão)
3º – Samuel Borges Silva (Rio de Janeiro)
3º – Miguel Vizzoni Lopes (Espírito Santo)
5º – Lucas Bolezina Lemes da Silva (Santa Catarina)
5º – Geliel da Silva (Santa Catarina)
7º – Davi Augusto de Almeida (São Paulo)
7º – Igor Tomoharu dos Santos Kumagae (Paraná)

SUB 13 MASCULINO MEIO-PESADO (-66kg)
1º – Otávio Henrique Ozil de Almeida Chig (São Paulo)
2º – Heitor Lucca Bastos de Oliveira (Rio de Janeiro)
3º – Henrique Martins de Souza (Rio Grande do Sul)
3º – Marcos Darkos de Lazer de Oliveira (Rio Grande do Sul)
5º – Arthur Tadeu Lesniesky Piva (Santa Catarina)
5º – Joao Emanuel Magalhaes de Albuquerque (Paraíba)
7º – Davi Von Ah Camargo (São Paulo)
7º – Thiago de Oliveira Proença (Rio de Janeiro)

SUB 13 MASCULINO PESADO (-73kg)
1º – Arthur Farias Kretzer (Santa Catarina)
2º – João Luca Wandekin (São Paulo)
3º – Gustavo Henrique Ortiz (São Paulo)
3º – Lucca Rezende Lemos (Minas Gerais)
5º – Maurílio de Oliveira Soares Maia Filho (Paraná)
5º – Davi Oliveira Prates (Mato Grosso do Sul)
7º – Tiago Luis Jesus Nunes (Paraná)
7º – Matheus Queiroz da Silva (Rio de Janeiro)

SUB 13 MASCULINO SUPERPESADO (+73kg)
1º – Enzo Zanchin Guilherme (Paraná)
2º – Lorenzo Barki do Nascimento (Santa Catarina)
3º – Miguel da Silva Fernandes (Distrito Federal)
3º – Davi Luigi Rodrigues Nascimento Silva (Sergipe)
5º – Bernard Cunha Rodrigues (Rio de Janeiro)
5º – Samuel Taylor de Paula Airton (Minas Gerais)
7º – Victor Ryuki Ito (Distrito Federal)
7º – Hermano Sena Guerra (Amapá)

SUB 13 FEMININO SUPERLIGEIRO (-32kg)
1º – Evelyn Mangelo Ferreira (São Paulo)
2º – Julia Beatriz Diniz Antunes (Rio Grande do Norte)
3º – Manuela Olartechea de Alencar (Mato Grosso do Sul)
3º – Valentina Pereira de Souza (Rio de Janeiro)
5º – Hilde Atena Ferreira do Rego Silva (Pernambuco)
5º – Anne Sophia Batista de Sousa (Piauí)
7º – Rebeca da Cruz Varela (Mato Grosso do Sul)
7º – Ana Clara Barbosa Barros (Maranhão)

SUB 13 FEMININO LIGEIRO (-36kg)
1º – Jhulia Gabriella Vitorio Santos (São Paulo)
2º – Agatha Sthefany dos Santos Nascimento (Alagoas)
3º – Gabriela Soares Vieira (Amapá)
3º – Maria Luiza Diniz de Albuquerque (Paraíba)
5º – Gabriela Moutta Lima (Rio de Janeiro)
5º – Ana Lívia Gomes de Almeida (Mato Grosso do Sul)
7º – Isabela Murakami Kessa (Paraná)
7º – Ana Júlia da Silva Gouveia (Piauí)

SUB 13 FEMININO MEIO-LEVE (-40kg)
1º – Amanda Viana da Silva (Piauí)
2º – Maki Nagai Gushi (Pernambuco)
3º – Valenttina do Prado Marques Godoi (São Paulo)
3º – Manuella Martins Soares (São Paulo)
5º – Livia de Souza Bastos (Paraná)
5º – Agatha Natali Bento Dina (Santa Catarina)
7º – Isabela Melo de Araujo (Rio de Janeiro)
7º – Norma Alice Souza da Silva (Mato Grosso do Sul)

SUB 13 FEMININO LEVE (-44kg)
1º – Maria Júlia Montoro Yokoti (São Paulo)
2º – Lahis Vieira Rodrigues da Silva (Rio de Janeiro)
3º – Vallentina Beck Segundo (Rio de Janeiro)
3º – Sthefany Cristine Domingues dos Santos (Santa Catarina)
5º – Anna Karollyne Nascimento da Silva (Tocantins)
5º – Beatriz de Moura Melo (Pernambuco)
7º – Yasmin Vaz de Freitas (Rio Grande do Sul)
7º – Valentina Pimenta Monteiro (Sergipe)

SUB 13 FEMININO MEIO-MÉDIO (-48kg)
1º – Lídia Sayuri Tsuji Palma (São Paulo)
2º – Maria Luisa Lima Carlos (São Paulo)
3º – Manuela Monteiro Melo (Distrito Federal)
3º – Manuela Martins Barbosa Sobrinho (Pernambuco)
5º – Antônia Bernardi de Almeida (Rio Grande do Sul)
5º – Yasmin do Nascimento Saraiva (Rio Grande do Norte)
7º – Júlia Victoria Pompilio Ferreira de Jesus (Rio de Janeiro)
7º – Maria Giulia de Oliveira Nascimento (Amazonas)

SUB 13 FEMININO MÉDIO (-52kg)
1º – Manuella Velloso Terra (Rio de Janeiro)
2º – Isabella Pereira Zielk (São Paulo)
3º – Rafaela Eduarda Freitas Fonseca (Minas Gerais)
3º – Maria Sofia Moraes Freitas (Ceará)
5º – Maria Antônia Bouvie (Rio Grande do Sul)
5º – Sofia Alves Borges (Tocantins)
7º – Enila Cordeiro Vieira (Paraná)
7º – Maria Eduarda Rosa da Silva Felix (Mato Grosso do Sul)

SUB 13 FEMININO MEIO-PESADO (-57kg)
1º – Maria Julia de Almeida Rocha (Mato Grosso do Sul)
2º – Vitoria da Silva Castro (Rio de Janeiro)
3º – Maria Fernanda do Nascimento Oliveira (Amazonas)
3º – Sophia Guimarães Delmonico (Paraná)
5º – Laura Girotto Haubert (Rio Grande do Sul)
5º – Isabella Coimbra Souza (Minas Gerais)
7º – Giovana Sena Lima da Silva (São Paulo)
7º – Ana Larissa Freitas de Oliveira Gomes (Rio Grande do Sul)

SUB 13 FEMININO PESADO (-63kg)
1º – Mariana de Freitas Aliende (São Paulo)
2º – Esmeralda Vitória Barbosa Ribeiro da Silva (Rio de Janeiro)
3º – Sophia Custodio Peres (Paraná)
3º – Maria Rita Carvalho Gonçalves Santana (Distrito Federal)
5º – Luiza Ferreira da Silva (Paraná)
5º – Mariana Lima dos Santos Espezio (Pará)
7º – Sofia Costa Pereira (Rio de Janeiro)
7º – Mariah Mesquita Rodrigues de Oliveira (Mato Grosso)

SUB 13 FEMININO SUPERPESADO (+63kg)
1º – Ana Laura da Cruz Paz (Paraná)
2º – Elisa Vieira da Silva (São Paulo)
3º – Maria Eduarda Vasconcelos Guimarães (Rio de Janeiro)
3º – Heloísa Prado Peretto (Mato Grosso do Sul)
5º – Eduarda Trento Bertozi (Paraná)
5º – Giulia Figueiredo Costa de Pinheiro Nicolai (Minas Gerais)
7º – Maria Júlia Lopes de Amorim (São Paulo)
7º – Isabelly Cristina Croceta (Santa Catarina)

O Campeonato Brasileiro de Judô Sub 13 foi realizado pela Confederação Brasileira de Judô, com apoio da Federação Amapaense de Judô, Lei de Incentivo ao Esporte e Ministério do Esporte.

A Confederação Brasileira de Judô conta com o patrocínio oficial do BNDES e apoio institucional do Comitê Olímpico do Brasil.

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