18 de fevereiro de 2026
Maria Portela, Erika Miranda e Rosana Barros, treinadoras brasileiras laureadas no Prêmio CPJ 2025 © Imagem criada por IA / Global Sports
Por trás de cada medalha e de cada grande atleta, há um estrategista que orienta o caminho. A Comissão de Reconhecimentos da Confederação Pan-Americana de Judô tem o orgulho de apresentar os vencedores do prêmio Treinador do Ano, distinção que contempla diferentes especialidades e dimensões do trabalho técnico no judô continental.
A premiação está estruturada em categorias que celebram a excelência e a pluralidade da atuação dos treinadores:
Treinadores de Formação – reconhecimento ao trabalho fundamental nas classes Cadete e Júnior
Treinadores de Alto Rendimento – destaque para a atuação na classe Sênior
Mestres da Experiência – indicados na classe Veteranos
Inclusão e Valores – treinadores de Para-Judô e Judô Adaptado que inspiram por sua dedicação
Excelência Técnica – menção especial aos especialistas na classe Kata

Maria Portela, treinadora da Seleção Brasileira Cadete e vencedora do Prêmio CPJ 2025 © Divulgação
A liderança técnica é avaliada com rigor. As Federações Nacionais indicaram seus principais nomes com base no desempenho esportivo, na ética e no profissionalismo demonstrados ao longo de todo o ano de 2025. A Comissão de Reconhecimentos realizou um processo criterioso de análise, fundamentado em critérios técnicos previamente estabelecidos.
A Confederação Pan-Americana de Judô anunciou nesta semana os vencedores do Prêmio Anual CPJ 2025, informação divulgada inicialmente no site da Confederação Brasileira de Judô (CBJ) e que serviu de base para o desenvolvimento desta reportagem. Após um período de avaliação, registro e monitoramento, a entidade continental oficializou os nomes dos treinadores laureados, reconhecendo aqueles que se destacaram na condução técnica de atletas e equipes em todo o continente.
A Comissão de Reconhecimentos da Confederação Pan-Americana ressaltou que os profissionais premiados são defensores dos valores filosóficos do judô.
“Esses líderes não alcançaram apenas resultados esportivos excepcionais, como também são verdadeiros embaixadores dos valores legados pelo professor Jigoro Kano. Cada um dos vencedores atendeu aos mais altos padrões estabelecidos no Manual de Avaliação e Votação. Seu trabalho é o pilar sobre o qual se constrói o sucesso de nossos atletas e o crescimento do judô em todo o continente pan-americano”, destacou a entidade em comunicado oficial.

Erika Miranda, treinadora da Seleção Brasileira Júnior e vencedora do Prêmio CPJ 2025 © Divulgação
A premiação da CPJ em 2025 também destacou, de forma expressiva, a força do trabalho feminino no judô brasileiro. Erika Miranda, a treinadora da Seleção Brasileira Júnior, e Maria Portela, responsável pela condução técnica da Seleção Brasileira Cadete, foram reconhecidas pelo impacto direto de seu trabalho na formação e no desempenho de jovens atletas em nível continental. Já a professora Rosana Barros, treinadora de veteranos da Seleção Espírito-Santense de Judô, recebeu o prêmio na categoria Veteranos, reafirmando a importância da experiência, da continuidade e da dedicação ao longo de toda a trajetória esportiva.
A presença de três treinadoras brasileiras entre as laureadas reforça o protagonismo das mulheres no judô nacional e internacional, evidenciando uma atuação cada vez mais consistente, qualificada e decisiva na projeção do Brasil nos cenários pan-americano e global da modalidade.

Rosana Barros, treinadora de veteranos da Seleção Espírito-Santense de Judô e vencedora do Prêmio CPJ 2025 © Divulgação
Criada pela Confederação Pan-Americana de Judô, a premiação anual dos treinadores cumpre um papel estratégico no fortalecimento da modalidade no continente. Ao valorizar o trabalho técnico em suas diferentes etapas — da formação ao alto rendimento, da inclusão à excelência técnica — a CPJ reconhece que o desenvolvimento sustentável do judô passa, necessariamente, pela qualificação, ética e visão pedagógica de seus treinadores.
Mais do que celebrar resultados, o prêmio reafirma o compromisso da entidade continental com os princípios do judô, com a formação humana e com a construção de um legado técnico consistente para as futuras gerações.
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