22 de fevereiro de 2026
Faixas Sakuraba oferecem excelente acabamento e durabilidade © GSC
Tradicionalmente reconhecida pela excelência na fabricação de judogis, a Sakuraba dá um passo estratégico importante e passa a produzir faixas de judô (obis) para todos os níveis de praticantes, ampliando seu portfólio e consolidando sua atuação como fabricante completo de materiais para a modalidade.
A nova linha contempla faixas coloridas, faixas pretas e faixas específicas para professores kodanshas, atendendo rigorosamente aos padrões internacionais e às normas estabelecidas pela Federação Internacional de Judô (IJF). Trata-se de uma mudança significativa na trajetória da empresa, agora assume integralmente o processo de desenvolvimento e produção.
Para viabilizar essa nova etapa, a Sakuraba investiu em pesquisa técnica aprofundada. O diretor executivo da empresa, Lucas do Carmo, realizou uma viagem ao Japão com o objetivo de conhecer de perto as fábricas locais e compreender os processos, materiais e tecnologias empregados na produção dos obis utilizados no berço do judô.

Faixas desenvolvidas para atender todos os níveis de praticantes © GSC
A experiência foi decisiva para orientar as escolhas técnicas da empresa e estabelecer um nível de exigência compatível com o que há de mais avançado no mercado japonês. A partir dessa imersão, a Sakuraba iniciou o desenvolvimento de soluções próprias para garantir qualidade, resistência e acabamento superior.
Um dos diferenciais mais relevantes do projeto está no desenvolvimento de equipamentos específicos para a produção das faixas. A Sakuraba adquiriu máquinas de costura originalmente projetadas para trabalhar com duas agulhas e, em parceria com uma empresa especializada na fabricação de equipamentos ortopédicos, promoveu uma adaptação tecnológica inédita.

Produção nacional com qualidade internacional © GSC
“Nossas máquinas foram transformadas para operar com dez agulhas simultâneas, criando um sistema exclusivo de costura, hoje inexistente em outros fabricantes. Essa tecnologia própria permite um padrão de acabamento mais uniforme, resistente e preciso, elevando significativamente o nível final do produto”, explicou Lucas.
As faixas da Sakuraba são produzidas em algodão 100%, utilizando um fio altamente resistente, desenvolvido especificamente para esse tipo de produto, o que garante durabilidade, firmeza e excelente desempenho mesmo sob uso intenso. O resultado é um produto com qualidade compatível ao que é oferecido no mercado japonês, tanto em termos de matéria-prima quanto de acabamento.
Além da excelência técnica, a empresa consegue oferecer preços altamente competitivos, fruto do domínio completo do processo produtivo e da tecnologia desenvolvida internamente.
Com a nova linha de faixas, a Sakuraba fortalece sua capacidade de atender de forma integral seus diversos públicos: atletas, professores, academias, projetos sociais, além de clientes avulsos (pessoas físicas). A empresa passa a oferecer, sob a mesma marca e padrão de qualidade, tanto judogis quanto faixas, consolidando-se como fornecedora completa de materiais para o judô.
A iniciativa representa não apenas uma ampliação de portfólio, mas um movimento estratégico que reforça o compromisso da Sakuraba com o desenvolvimento técnico da modalidade, a valorização da tradição do judô e a entrega de produtos alinhados às melhores referências internacionais.
“Quando falamos em produzir faixas no Brasil, precisamos entender a complexidade de um país continental como o nosso. O judô brasileiro está espalhado por milhares de academias, projetos sociais e centros de treinamento de prefeituras, com realidades muito diferentes entre si. Nosso desafio foi desenvolver um produto que tivesse alto padrão, mas que fosse viável, acessível e adaptado à realidade do mercado brasileiro. Por isso, já iniciamos a produção com dois tipos de faixas com dois padrões de costura — a padrão, com seis linhas, e a especial, que possui dez linhas de costura”, explicou Lucas do Carmo.

A linha completa na pronta entrega © GSC
O diretor executivo da Sakuraba destacou ainda que essa decisão técnica levou em conta, especialmente, a realidade dos projetos sociais, onde as faixas tendem a ser reutilizadas por alunos mais novos ao longo do tempo, exigindo maior resistência, durabilidade e preservação das características do material mesmo após uso prolongado.
“Entendemos que não fazia sentido apenas copiar um modelo de faixa qualquer. Era necessário compreender a tecnologia envolvida nesse produto, desenvolver equipamentos próprios e criar uma solução que atendesse às necessidades de consumidores do alto rendimento até os projetos sociais que são atendidos por nós”, concluiu o empresário.