Brasil chega a 176 medalhas internacionais no judô e projeta a força de diferentes gerações

Em 2026, o judô brasileiro reafirma sua força, tradição e protagonismo no cenário mundial © Imagem gerada por IA / Global Comunicação

Confira o panorama parcial do ano e os principais desafios que aguardam os atletas do Brasil até o fim da temporada.

Fonte CBJ
Rio de Janeiro, 8 de agosto de 2026

Ainda faltam alguns meses para a temporada de 2026 terminar, mas o judô brasileiro já reúne números expressivos no currículo desde o início da temporada. Entre fevereiro e julho deste ano, as seleções das classes cadete, júnior e sênior conquistaram 176 medalhas em competições internacionais, levando o Brasil aos principais pódios do mundo em todas as idades. Nestes seis meses, a delegação do país esteve em 23 eventos pela Europa, Ásia e Américas, voltando deles com, pelo menos, uma medalha, desde etapas de Grand Slam e Grand Prix a torneios da base.

Delegação brasileira completa no Panamá, com Marcelo Theotonio e o presidente da CBJ, Paulo Wanderley © CPJ

Os resultados são reflexo de um planejamento que contempla todas as fases do desenvolvimento esportivo, englobando a formação de jovens atletas e o alto rendimento. Por trás de cada participação internacional existe uma cadeia que começa nas federações estaduais, nos clubes e envolve professores e atletas. É essa base que alimenta as seleções brasileiras e sustenta o trabalho desenvolvido pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ) nos diferentes níveis da modalidade.

Para Paulo Wanderley Teixeira, presidente da CBJ, os números conquistados até aqui refletem um trabalho construído de forma contínua e integrada, com foco na consolidação do Brasil entre as principais potências da modalidade.

“Cada competição representa uma oportunidade de aprendizado e evolução para os nossos atletas. O judô brasileiro construiu uma tradição de excelência, e os resultados de 2026 mostram que seguimos competitivos em todas as classes idades. Isso reforça o compromisso da CBJ em continuar investindo na formação de judocas e na preparação das equipes para os desafios que ainda estão por vir”, afirmou.

Presidente da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Paulo Wanderley Teixeira © Imagem gerada por IA / Global Comunicação

Já Marcelo Theotonio, diretor de seleções da CBJ, destaca que os resultados são fruto de um trabalho contínuo, que envolve desde o planejamento das competições até a preparação dos atletas e das delegações.

“O resultado que aparece no tatame é consequência de um trabalho que começa muito antes da viagem. Há um planejamento integrado para que os atletas tenham a melhor preparação possível e possam competir em alto nível. Trabalhamos com a filosofia de que precisamos investir nos melhores do momento e fomentar os melhores do futuro”, disse.

Segundo ele, o calendário internacional é estruturado de acordo com as necessidades de cada classe e integra a estratégia de desenvolvimento adotada pela Confederação para o ciclo olímpico.

“Cada classe tem necessidades e objetivos específicos. Enquanto os atletas da base precisam ampliar a vivência internacional e ganhar experiência competitiva, a equipe de alto rendimento utiliza essas competições para somar pontos no ranking mundial, testar estratégias e buscar a classificação para grandes eventos, como os Jogos Olímpicos. Nosso trabalho é construir um calendário que atenda a essas demandas e contribua para a evolução de todos”, concluiu.

Diretor de Esportes da CBJ, Marcelo Theotônio © Imagem gerada por IA / Global Comunicação

Nas 11 competições até então, os judocas da Seleção Brasileira Sênior conquistaram 51 medalhas individuais, sendo 15 de ouro, 12 de prata e 24 de bronze. Um dos grandes destaques foi a participação no Grand Slam do Cazaquistão, em maio, em que a delegação conquistou sete pódios (prata e seis bronzes), chegando a melhor campanha quantitativa do ano. Outro destaque foi o Campeonato Pan-Americano, disputado no Panamá, onde o Brasil confirmou o favoritismo continental e encerrou a participação com seis medalhas de ouro, duas de prata e seis de bronze.

Equipes mistas

Além das 176 medalhas individuais no circuito iternacional, o Brasil conquistou o título por equipes mistas do Campeonato Pan-Americano nas três classes de idade. Vencer entre Cadetes, Juniores e Seniores no mesmo período dimensiona uma supremacia continental que atravessa gerações e evidencia a liderança do judô brasileiro nas Américas.

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Nas categorias de base, a equipe cadete vem somando 68 medalhas, sendo 27 de ouro, 19 de prata e 22 de bronze. Enquanto isso, o júnior colocou 54 medalhas na bagagem, com uma campanha de 23 ouros, 14 pratas e 17 bronzes.

No júnior, 11 atletas estão entre os 20 primeiros do ranking, com sete no Top 5. Já no cadete, o número aumenta e vai para 13, com seis deles no Top 5. Somadas as duas classes, então, o Brasil tem atualmente 24 judocas no Top 20 mundial, incluindo quatro lideranças.

Desafios do segundo semestre

Agora, o foco se volta para um segundo semestre repleto de desafios. O judô brasileiro estará presente em quatro continentes, disputando etapas do Circuito Mundial, incluindo os Mundiais de todas as classes de idade, e competições multiesportivas.

A jornada retorna no próximo dia 14, no Grand Prix de Lima. A Seleção Brasileira Sênior terá neste mês o inédito Grand Slam de Lausanne, na Suíça. Na sequência, os Grand Slam de Budapeste, em setembro, e Abu Dhabi, em outubro, reunirão alguns dos melhores judocas do planeta em busca de pontuações no ranking olímpico, que começou oficialmente em junho.

Nicole Marques é a primeira do ranking -52kg com 936 pontos© Sabau Gabriela / FIJ

Entre os principais eventos da temporada também estão o Campeonato Mundial Sênior, em Baku, no Azerbaijão, o Campeonato Mundial Cadete, em Guayaquil, no Equador, e o Campeonato Mundial Júnior, em Tashkent, no Uzbequistão. O calendário internacional será encerrado em dezembro com o tradicional Grand Slam de Tóquio, no Japão, e o Masters de Dushanbe, no Tajiquistão, que retorna após dois anos de pausa.

A engenharia por trás dos resultados

Por trás de cada participação internacional existe uma cadeia que começa nas federações estaduais, nos clubes e envolve professores e atletas. É essa base que alimenta as seleções brasileiras e sustenta o trabalho desenvolvido pela Confederação Brasileira de Judô nos diferentes níveis da modalidade.

Na CBJ, essa operação mobiliza de maneira integrada as áreas técnica, administrativa, financeira, jurídica, de comunicação, logística e arbitragem, além das equipes multidisciplinares e de todos os profissionais envolvidos na preparação e no acompanhamento das delegações.

Do planejamento dos calendários à prestação de contas, passando pelas convocações, inscrições, deslocamentos e divulgação dos resultados, cada setor desempenha uma função indispensável.

Somadas, essas frentes formam uma estrutura permanente, concebida para atender aos compromissos imediatos da Seleção Sênior e, paralelamente, preparar as classes de transição para os próximos ciclos olímpicos.

Clarisse Vallim lidera o ranking mundial dos -70kg, com 920 pontos © Di Feliciantonio Emanuele / FIJ

Enquanto a Seleção Sênior disputa posições entre as principais forças do ranking mundial, as equipes Júnior e Cadete percorrem seus próprios calendários internacionais. Esse processo permite que atletas em diferentes estágios de formação acumulem experiência competitiva e avancem gradualmente até o mais alto nível da modalidade.

A sobreposição dos calendários ajuda a dimensionar a amplitude dessa operação. Em determinados períodos do semestre, seleções de classes distintas estiveram simultaneamente envolvidas em compromissos internacionais, mobilizando atletas, técnicos, profissionais das comissões multidisciplinares e toda a estrutura logística necessária para viabilizar cada participação.

Um oceano antes do primeiro combate

Para o Brasil, o desafio de competir no circuito internacional começa muito antes do primeiro combate. Grande parte das principais competições das classes Cadete, Júnior e Sênior está concentrada na Europa e na Ásia. Enquanto as seleções europeias podem se deslocar entre países vizinhos por trajetos relativamente curtos, as delegações brasileiras precisam atravessar o oceano e enfrentar viagens mais longas, diferenças de fuso horário e períodos adicionais de adaptação.

A distância também amplia a complexidade financeira da operação. A estrutura brasileira é mantida com recursos orçados em reais, enquanto passagens, hospedagem, alimentação, inscrições, transporte e outros serviços internacionais são pagos em moedas estrangeiras, frequentemente em euros, mais valorizadas. Cada participação exige, portanto, planejamento rigoroso e uma mobilização estrutural, física e financeira proporcionalmente maior.

Arthur Bonato é líder do ranking mundial nos -50kg totalizando 741 pontos

Esse contexto dimensiona ainda mais os resultados reunidos no levantamento. A presença contínua do Brasil nos principais circuitos e as medalhas conquistadas ao longo do semestre expressam não apenas o desempenho dos atletas no tatami, mas também a capacidade de toda a cadeia do judô brasileiro de superar distâncias, custos e desafios logísticos para se manter entre as maiores forças da modalidade.

Brasil entre as principais forças do mundo

A dimensão da atuação internacional também encontra correspondência no ranking mundial Sênior por nações da FIJ. Na classificação utilizada neste levantamento, o Brasil aparece oficialmente na sexta posição, com 106.793 pontos, atrás de Japão, França, Atletas Neutros Individuais, Geórgia e Itália.

A proximidade nessa faixa da classificação evidencia o equilíbrio entre três dessas seleções. A Geórgia soma 107.946 pontos; a Itália, 107.655; e o Brasil, 106.793. A diferença brasileira é de 1.153 pontos para a Geórgia e de apenas 862 para a Itália.

Nas Américas, o país mais próximo é o Canadá, 16º colocado na classificação geral, com 60.943 pontos. A diferença entre brasileiros e canadenses é de 45.850 pontos.

 RANKING SÊNIOR ATUAL

De olho nos próximos ciclos olímpicos

A presença brasileira entre as principais forças do ranking mundial Sênior representa apenas uma das dimensões do trabalho desenvolvido pelo Alto Rendimento da CBJ. Paralelamente à seleção principal, o planejamento alcança as classes de transição, com atletas Sub 21, Sub 18 e Sub 15 inseridos em calendários nacionais e internacionais voltados ao desenvolvimento competitivo e à formação das gerações seguintes.

Essa estrutura amplia o horizonte para além do ciclo de Los Angeles 2028. Ao manter atletas das classes de transição competindo internacionalmente e ocupando posições de destaque em seus respectivos rankings, o Brasil trabalha com nomes que, pela faixa etária, poderão atravessar dois ou até três ciclos olímpicos.

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Na classe Júnior, o país reúne 11 atletas entre os 20 primeiros de suas respectivas categorias, sete deles no Top 5 e dois líderes do ranking mundial: Nicole Marques, primeira colocada no -52kg, com 936 pontos, e Dandara Camillo, que ocupa o primeiro lugar no -78kg, com 770.

Na classe Cadete, são 13 brasileiros no Top 20, seis deles entre os cinco primeiros, além de dois líderes do ranking mundial: Clarisse Vallim, primeira colocada no -70kg, com 920 pontos, e Arthur Bonato, que lidera o -50kg, com 741.

Dandara Camillo é a líder do -78kg com 770 pontos © Kulumbegashvili Tamara

Se o ranking Sênior da FIJ oferece uma fotografia da posição ocupada atualmente pelo Brasil no cenário internacional, as classes de transição ajudam a projetar a profundidade do trabalho desenvolvido para os ciclos seguintes. Como a Federação Internacional de Judô não disponibiliza uma classificação por países para Júnior e Cadete, essa dimensão pode ser observada pela presença brasileira nos rankings individuais de cada categoria de peso.

Presença internacional no Sub 18

Na classe Cadete, a abrangência é ainda maior: 13 brasileiros aparecem entre os 20 primeiros colocados de suas categorias, seis deles no Top 5. Clarisse Vallim (-70kg), com 920 pontos, e Arthur Bonato (-50kg), com 741, ocupam a liderança mundial. Nicolas Almeida (-73kg) aparece em terceiro, Manuela Maia (-63kg) em quarto, enquanto Giovanna Imhof (-48kg) e Caroline Ohonishi (+79kg) estão na quinta posição.

Completam a presença brasileira no Top 20 Cadete Yago Mello (-81kg), sexto; Heitor Sousa (-90kg), oitavo; Gabriela Pereira (-57kg), nona; José Paulo Pereira (+90kg), décimo; Gabrielli Casola (-40kg), 16ª; Rafael Falcão (-60kg), 17º; e Anna Clara Mendes (-44kg), 19ª.

Somadas as duas classes de transição, o Brasil reúne 24 posições no Top 20 dos rankings mundiais, 13 delas no Top 5 e quatro lideranças. Os números ampliam a perspectiva para além da Seleção Sênior e revelam a presença internacional de gerações que atravessarão os próximos ciclos olímpicos.

Presença internacional no Sub 21

Na classe Júnior, o Brasil possui 11 posições entre as 20 primeiras do ranking mundial, sendo sete delas no Top 5. Nicole Marques (-52kg), com 936 pontos, e Dandara Camillo (-78kg), com 770, lideram suas categorias. Silas Costa (-81kg) e Ana Soares (+78kg) aparecem na terceira posição, enquanto Rafaela Rodrigues (-52kg), Sarah Mendes (-48kg) e João Pedro Canello (-90kg) ocupam o quinto lugar.

A presença brasileira prossegue com Manuela Maia (-63kg), sétima colocada; Clarisse Vallim (-70kg), décima; Bruno Nobrega (-66kg), 13º; e Larissa Menezes (-57kg), 17ª. São, portanto, 11 posições brasileiras no Top 20 mundial Júnior, sete delas entre as cinco primeiras e duas lideranças.

Caminho das medalhas

A partir desse panorama, o levantamento passa a apresentar cronologicamente a participação das seleções brasileiras entre fevereiro e junho de 2026. Organizado por mês e por competição, o registro identifica as delegações mobilizadas, os profissionais das comissões técnicas e os medalhistas das classes Cadete, Júnior e Sênior em cada compromisso internacional.

▲ FEVEREIRO 

Grand Slam de Paris — França | Seleção Brasileira Sênior
7 e 8 de fevereiro de 2026

Como sempre acontece, a temporada internacional de 2026 começou em Paris para a Seleção Brasileira de Judô. Realizado após o período de preparação e atualizações técnicas de janeiro, o Grand Slam francês ocupa, ao lado da etapa de Tóquio, que encerra a temporada, posição de destaque no Circuito Mundial da FIJ e reúne anualmente alguns dos principais nomes da modalidade no Palais Omnisports de Paris-Bercy.

E a abertura de 2026 ganhou dimensão histórica para o Brasil. Rafaela Silva conquistou o ouro dos -63kg e tornou-se a quinta judoca brasileira a vencer o Grand Slam de Paris. Antes dela, haviam alcançado o lugar mais alto do pódio Edinanci Silva, em 2000; João Derly, em 2006; Leandro Guilheiro, em 2010; e Mayra Aguiar, campeã em 2012 e 2016.

A conquista também encerrou um intervalo de dez anos sem títulos brasileiros na competição. O último ouro havia sido justamente o de Mayra Aguiar, em 7 de fevereiro de 2016. Uma década depois, novamente em fevereiro, Rafaela recolocou o Brasil no lugar mais alto do pódio parisiense. 

Delegação brasileira: 19 atletas
Comissão técnica: treinadores Andrea Berti, Antônio Carlos Pereira, o Kiko, e Erika Miranda
Rendimento: 🥇 Ouro: Rafaela Silva (-63kg)

Grand Slam de Tashkent — Uzbequistão | Seleção Brasileira Sênior
27 de fevereiro a 1º de março de 2026

No segundo compromisso da temporada no Circuito Mundial da FIJ, a Seleção Brasileira disputou o Grand Slam de Tashkent com 15 judocas. O Brasil conquistou uma medalha na capital uzbeque, com Jéssica Lima (-57kg), que garantiu o bronze ao superar a também brasileira Bianca Reis na disputa pelo terceiro lugar.

Delegação brasileira: 15 atletas
Comissão técnica: treinadores: Andrea Berti, Antônio Carlos Pereira, o Kiko, e Leandro Guilheiro
Rendimento: 🥉 Bronze: Jéssica Lima (-57kg)

▲MARÇO

Grand Prix da Áustria — Áustria | Seleção Brasileira Sênior
6 a 8 de março de 2026

A Seleção Brasileira conquistou seis medalhas no Grand Prix da Áustria, em Linz, primeiro evento da série Grand Prix disputado pelo país na temporada. Rafaela Silva (-63kg) chegou ao segundo ouro consecutivo no Circuito Mundial em 2026, após o título conquistado no Grand Slam de Paris. O Brasil completou sua participação com duas medalhas de prata e três de bronze.

Delegação brasileira: 17 atletas
Rendimento: 🥇 Ouro: Rafaela Silva (-63kg) | 🥈 Pratas: Ronald Lima (-66kg) e Giovanna Santos (+78kg) | 🥉 Bronzes: Gabriela Conceição (-52kg), Daniel Cargnin (-73kg) e Giovani Ferreira (-100kg)

Copa Europeia de Antalya — Turquia | Seleção Brasileira Cadete
7 e 8 de março de 2026

A Seleção Brasileira Cadete fez em Antalya sua primeira competição internacional da temporada. Com 55 atletas, o Brasil conquistou seis medalhas na etapa turca da Copa Europeia: um ouro, duas pratas e três bronzes. Clarisse Vallim (-70kg) foi campeã em uma final brasileira contra Maria Eduarda Resende, enquanto Maria Miziara (-48kg) também chegou à decisão de sua categoria.

Delegação brasileira: 55 atletas
Rendimento: 🥇 Ouro: Clarisse Vallim (-70kg) | 🥈 Pratas: Maria Miziara (-48kg) e Maria Eduarda Resende (-70kg) | 🥉 Bronzes: Lavínia Igaki (-52kg), Júlia Gonçalves (-63kg) e Nicolas Costa (-73kg)

Grand Slam de Tbilisi — Geórgia | Seleção Brasileira Sênior
20 a 22 de março de 2026

Com uma delegação reduzida de cinco atletas, a Seleção Brasileira conquistou uma medalha no Grand Slam de Tbilisi. Guilherme Schimidt subiu ao pódio dos -90kg e garantiu seu primeiro bronze em Grand Slam desde a mudança para a nova categoria de peso.

Delegação brasileira: 5 atletas
Comissão técnica: técnicos: Andrea Berti e Alexandre Lee; fisioterapeuta: Agatha Pascoalino
Rendimento: 🥉 Bronze: Guilherme Schimidt (-90kg)

International Masters de Bremen e Thuringia Cup de Bad Blankenburg, Alemanha | Seleção Brasileira Júnior
21 e 22 de março de 2026

A Seleção Brasileira Júnior realizou na Alemanha sua primeira ação internacional da temporada, reunindo 41 atletas em duas competições tradicionais da classe. No masculino, o Brasil conquistou três medalhas no International Masters de Bremen, enquanto a equipe feminina somou 11 pódios na Thuringia Cup, em Bad Blankenburg, terminando a competição com a melhor campanha. Ao todo, foram 14 medalhas: sete ouros, quatro pratas e três bronzes.

Delegação brasileira: 41 atletas
Rendimento: 🥇 Ouros: Vinicius Cerqueira (-60kg), Sarah Mendes (-48kg), Nicole Marques (-52kg), Larissa Menezes (-57kg), Sophia Câmara (-70kg), Dandara Camillo (-78kg) e Ana Soares (+78kg) | 🥈 Pratas: Silas Costa (-81kg), Clarisse Vallim (-70kg), Vitória Maia (-78kg) e Olívia Oliveira (+78kg) | 🥉 Bronzes: João Rodrigues (-63kg), Rafaela Cavalcanti (-52kg) e Manuela Maia (-63kg)

Copa Europeia de Teplice, República Tcheca | Seleção Brasileira Cadete
28 e 29 de março de 2026

A Seleção Brasileira Cadete encerrou sua participação na Copa Europeia de Teplice com sete medalhas. Com 32 atletas inscritos, 16 no feminino e 16 no masculino, o Brasil conquistou dois ouros, duas pratas e três bronzes na segunda competição internacional da classe na temporada.

Delegação brasileira: 32 atletas
Rendimento: 🥇 Ouros: Giovanna Imhof (-48kg) e Nicolas Almeida (-73kg) | 🥈 Pratas: Rafael Falcão (-60kg) e Yago Mello (-81kg) | 🥉Bronzes: Arthur Bonato (-50kg), Lavínia Igaki (-52kg) e Davi Pereira (-81kg)

▲ABRIL

Jogos Sul-Americanos da Juventude, Panamá | Seleção Brasileira Cadete
13 de abril de 2026

O Brasil alcançou 100% de aproveitamento no judô dos Jogos Sul-Americanos da Juventude, no Panamá, com todos os sete atletas da delegação subindo ao pódio. A equipe conquistou quatro medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze.

Delegação brasileira: 7 atletas
Rendimento: 🥇 Ouros: Clarisse Vallim (-78kg), Yago Mello (-81kg), Manuela Maia (-63kg) e Lavínia Igaki (-52kg) | 🥈 Pratas: Bruno Sacilotto (-66kg) e Laiane Timbira (-44kg) | 🥉 Bronze: Mohammad Hauache (-55kg)

Campeonato Pan-Americano Sênior, Lima, Peru | Seleção Sênior
18 de abril de 2026

O Brasil encerrou as disputas individuais do Campeonato Pan-Americano Sênior na liderança do quadro geral de medalhas. Com 18 atletas, a Seleção Brasileira conquistou 14 pódios, sendo seis medalhas de ouro, duas de prata e seis de bronze.

Delegação brasileira: 18 atletas
Rendimento: 🥇 Ouros: Nauana Silva (-70kg), Daniel Cargnin (-73kg), Clarice Ribeiro (-48kg), Larissa Pimenta (-52kg), Shirlen Nascimento (-52kg) e Leonardo Gonçalves (-100kg) | 🥈 Pratas: Rafaela Silva (-63kg) e Sarah Souza (-57kg) | 🥉 Bronzes: Luana Carvalho (-70kg), Guilherme de Oliveira (-73kg), Beatriz Freitas (-78kg), David Lima (-81kg), Rafael Macedo (-90kg) e Lucas Lima (+100kg)

Campeonato Pan-Americano Sênior por Equipes Mistas, Lima, Peru | Seleção Brasileira Sênior
19 de abril de 2026

O Brasil encerrou sua participação no Campeonato Pan-Americano Sênior com o título da competição por equipes mistas. A Seleção Brasileira conquistou a medalha de ouro e completou a campanha no evento continental após liderar também o quadro geral de medalhas das disputas individuais.

Rendimento: 🥇 Ouro: Equipe Mista Brasileira

Campeonato Pan-Americano Cadete, Lima, Peru | Seleção Brasileira Cadete
29 de abril de 2026

A Seleção Brasileira Cadete conquistou 14 medalhas no Campeonato Pan-Americano da classe e terminou na liderança do quadro geral. Com 16 atletas, o Brasil colocou 14 judocas no pódio, somando oito medalhas de ouro, quatro de prata e duas de bronze.

Delegação brasileira: 16 atletas
Rendimento: 🥇 Ouros: Giovanna Imhof (-48kg), Manuela Maia (-63kg), Clarisse Vallim (-70kg), Caroline Ohonishi (+70kg), Arthur Bonato (-50kg), Nicolas Almeida (-73kg), Yago Mello (-81kg) e Heitor Sousa (-90kg) | 🥈 Pratas: Gabrielli Casola (-40kg), Ana Mendes (-44kg), Gabriela Pereira (-57kg) e José Pereira (+90kg) | 🥉 Bronzes: Rafael Falcão (-60kg) e Bruno Sacilotto (-66kg)

Campeonato Pan-Americano Júnior, Lima, Peru | Seleção Brasileira Júnior
30 de abril de 2026

A Seleção Brasileira Júnior conquistou 14 medalhas no Campeonato Pan-Americano da classe e terminou na liderança do quadro geral. Com 17 atletas, o Brasil somou seis medalhas de ouro, três de prata e cinco de bronze.

Delegação brasileira: 17 atletas
Rendimento: 🥇 Ouros: Rafaela Rodrigues (-57kg), Manuela Maia (-63kg), Dandara Camillo (-78kg), Ana Soares (+78kg), Silas Costa (-81kg) e João Pedro Canello (-90kg) | 🥈 Pratas: Sarah Mendes (-48kg), Vinicius Oliveira (-60kg) e Cauã Schramm (-66kg) | 🥉 Bronzes: Nicole Marques (-52kg), Matheus Silva (-100kg), Luis Oliveira (+100kg)

Campeonato Pan-Americano Cadete por Equipes Mistas, Lima, Peru | Seleção Brasileira Cadete
30 de abril de 2026

O Brasil encerrou sua participação no Campeonato Pan-Americano Cadete com mais um título, desta vez na competição por equipes mistas. A Seleção Brasileira conquistou a medalha de ouro após a campanha que já havia colocado o país na liderança do quadro geral das disputas individuais.

Rendimento: 🥇 Ouro: Equipe Mista Brasileira

Campeonato Pan-Americano Júnior por Equipes Mistas, Lima, Peru | Seleção Brasileira Júnior
30 de abril de 2026

O Brasil também encerrou sua participação no Campeonato Pan-Americano Júnior com o título por equipes mistas. A Seleção Brasileira conquistou a medalha de ouro após terminar na liderança do quadro geral das disputas individuais da classe.

Rendimento: 🥇 Ouro: Equipe Mista Brasileira

▲MAIO

Grand Slam de Astana, Cazaquistão | Seleção Brasileira Sênior
8 a 10 de maio de 2026

A Seleção Brasileira conquistou sete medalhas no Grand Slam de Astana. Com 19 atletas na competição, o Brasil encerrou sua participação com uma medalha de prata e seis de bronze, distribuídas entre as equipes feminina e masculina.

Delegação brasileira: 19 atletas
Rendimento: 🥈 Prata: Guilherme Schimidt (-90kg) | 🥉 Bronzes: Sarah Souza (-57kg), Rafaela Silva (-63kg), Nauana Silva (-70kg), Beatriz Freitas (-78kg), David Lima (-81kg) e Leonardo Gonçalves (-100kg).

Open Europeu de Benidorm, Espanha | Seleção Brasileira Sênior
16 e 17 de maio de 2026

A Seleção Brasileira conquistou cinco medalhas no Open Europeu de Benidorm e o Brasil terminou sua participação com uma medalha de ouro, uma de prata e três de bronze.

Delegação brasileira: 15 atletas
Rendimento: 🥇 Ouro: Wilgner Mendes (-100kg) | 🥈 Prata: Kaillany Cardoso (-70kg) | 🥉 Bronzes: Diego Ismael (-60kg), João Segatelle (-90kg) e Andrey Coelho (+100kg)

Copa Europeia Cadete de Faro, Portugal | Seleção Brasileira Cadete
23 e 24 de maio de 2026

A Seleção Brasileira Cadete conquistou 16 medalhas na Copa Europeia de Faro, em Portugal. A campanha brasileira terminou com três medalhas de ouro, três de prata e dez de bronze.

Rendimento: 🥇 Ouros: Gabriela Pereira (-57kg), Manuela Maia (-63kg) e Yasmim Toledo (+70kg) | 🥈 Pratas: Ana Mikaele Alcântara (-40kg), Valentina Demeterco (-70kg) e José Paulo Pereira (+90kg) | 🥉 Bronzes: Arthur Bonato (-50kg), Micaela Santos (-48kg), André Dodero (-60kg), Rafael Falcão (-60kg), Caroline Ohonishi (+70kg), Henrique Bahiense (-73kg), Yago Mello (-81kg), Heitor Sousa (-90kg), João Gabriel Palma (-90kg) e Marcus Rosa (+90kg)

Copa Europeia Júnior de Graz, Áustria | Seleção Brasileira Júnior
30 e 31 de maio de 2026

A Seleção Brasileira Júnior encerrou maio na liderança do quadro geral da Copa Europeia de Graz. Com 28 atletas, o Brasil conquistou oito medalhas, sendo quatro ouros, uma prata e três bronzes.

Delegação brasileira: 28 atletas
Rendimento: 🥇 Ouros: Victor Hugo Silva (-60kg), Sarah Mendes (-48kg), Rafaela Rodrigues (-52kg) e Ana Soares (+78kg) | 🥈 Prata: João Pedro Canello (-90kg) | 🥉 Bronzes: Sophia Câmara (-70kg), Dandara Camillo (+78kg) e Silas Rocha (-81kg)

▲ JUNHO

Campeonato Sul-Americano Cadete de Lima, Peru | Seleção Brasileira Cadete
3 de junho de 2026

A Seleção Brasileira Cadete terminou na liderança do Campeonato Sul-Americano da classe, em Lima. Totalizando 17 medalhas sendo nove ouros, cinco pratas e três bronzes.

Delegação brasileira: 19 atletas
Rendimento: 🥇 Ouros: Henrique Bastos (-50kg), Laryssa Santos (-40kg), Márcio Fontes (-55kg), Larissa Oliveira (-57kg), Luiz Coelho (-66kg), Lívia Rodrigues (-63kg), Murilo Martins (-73kg), Valentina Demeterco (-70kg) e Renan Balbino (+90kg) | 🥈 Pratas: Brandom Santana (-50kg), Matheus Aramaki (-55kg), Emily Garrido (-57kg), Henrique Bahiense (-73kg) e Nicolas Costa (+90kg) | 🥉 Bronzes: Cosmo Águia (-55kg), Maria Maciel (-48kg) e Maria Miziara (-48kg)

Campeonato Sul-Americano Júnior de Lima, Peru | Seleção Brasileira Júnior
4 de junho de 2026

A Seleção Brasileira Júnior encerrou o Campeonato Sul-Americano da classe na liderança, conquistando nove medalhas, sendo cinco ouros, três pratas e um bronze.

Delegação brasileira: 9 atletas
Rendimento: 🥇 Ouros: Carlos Filho (-60kg), Gustavo Tertuliano (-66kg), Samuel Fernandes (-73kg), Carolina Marcon (-70kg) e Gustavo Reis (+100kg) | 🥈 Pratas: Miguel Ferreira (-66kg)

Open Pan-Americano de Buenos Aires, Argentina | Seleção Brasileira Sênior
20 e 21 de junho de 2026

O Brasil encerrou o Open Pan-Americano de Buenos Aires na liderança do quadro geral de medalhas. Com nove atletas, a delegação brasileira conquistou sete medalhas, sendo quatro ouros e três pratas.

Delegação brasileira: 9 atletas
Rendimento: 🥇 Ouros: Matheus Takaki (-60kg), Sarah Mendes (-48kg), Gyovanna Andrade (-57kg) e Eliza Ramos (-78kg) | 🥈 Pratas: Carolina Marcon (-70kg), Maria Eduarda Oliveira (-78kg) e Andrey Coelho (+100kg)

Grand Prix de Qingdao, China | Seleção Brasileira Sênior
19 a 21 de junho de 2026

A Seleção Brasileira encerrou sua participação no Grand Prix de Qingdao com quatro medalhas. Com 18 atletas na etapa chinesa do Circuito Mundial da FIJ, o Brasil conquistou duas pratas e dois bronzes.

Delegação brasileira: 18 atletas
Rendimento: 🥈 Pratas: Guilherme Schimidt (-90kg) e Giovani Ferreira (-100kg) | 🥉 Bronzes: Larissa Pimenta (-52kg) e Ronald Lima (-66kg)

▲ JULHO

Copa Europeia Júnior de Praga, República Tcheca | Seleção Brasileira Júnior

A competição internacional mais recente com brasileiros foi a Copa Europeia Júnior de Praga, na República Tcheca. O Brasil conquistou nove medalhas e ficou na quinta colocação do quadro geral.

Delegação brasileira: 24 atletas
Rendimento: 🥇 Ouro – Sarah Mendes (-48kg) | 🥈 Pratas – João Rodrigues (-60kg) e Nicole Marques (-52kg) | 🥉 Bronzes – Vinicius Oliveira (-60kg), Silas Costa (-81kg), Alexandre Albano II (+100kg), Manuela Maia (-63kg), Clarisse Vallim (-70kg) e Ana Soares (+78kg)

https://www.originaltatamis.com.br/